Buscar
  • Exxtend

Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência!



Hoje é o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência!


Quando se pensa na palavra “cientista”, não é incomum que a primeira imagem que venha à cabeça seja de um homem vestindo um jaleco branco dentro de um laboratório. Isso se dá pelo baixo índice de mulheres que ocupam o cenário científico em relação ao de homens – segundo a ONU, apenas 28% dos pesquisadores ao redor do mundo são mulheres.


Por isso, hoje não vamos falar de Isaac Newton ou Albert Einstein, vamos te apresentar quatro mulheres cientistas inspiradoras que mudaram o mundo!


𝗔𝗹𝗶𝗰𝗲 𝗕𝗮𝗹𝗹 – estudou química farmacêutica e foi a primeira pessoa afro-americana a se graduar na Universidade de Washington, em 1912. Aos 23 anos, ela desenvolveu um extrato de óleo de chaulmoogra injetável que era muito eficaz contra a hanseníase (a lepra). Antes disso, a única forma de lidar com a doença era isolando os infectados. Ela faleceu aos 24 anos por causas desconhecidas e atualmente o dia 28 de fevereiro é utilizado para homenageá-la.


𝗞𝗮𝘁𝗶𝗲 𝗕𝗼𝘂𝗺𝗮𝗻 – atualmente atuando como professora assistente de ciência da computação no Instituto de Tecnologia na Califórnia, Katie desenvolveu o algoritmo responsável por capturar a primeira fotografia de um buraco negro da história. Chamado de CHIRP, o algoritmo combinou as imagens dos oito telescópios virtuais espalhados pelo mundo, totalizando 8 petabytes de dados (cerca de 1 milhão de gigabytes).


𝗙𝗿𝗮𝗻ç𝗼𝗶𝘀𝗲 𝗕𝗮𝗿𝗿é-𝗦𝗶𝗻𝗼𝘂𝘀𝘀𝗶 – virologista francesa, foi a mulher responsável pela descoberta do vírus HIV, causador da AIDS, em 1983. Em 2008, foi condecorada com o Nobel de Medicina pela descoberta do HIV, dividindo-o com seus colegas Luc Montaigner e Harald zur Hausen. Hoje, ela é diretora da Unidade de Regulação das Infecções Retrovirais no Instituto Pasteur (Paris) e continua buscando a cura para o vírus da AIDS e tratamentos com a maior eficácia possível.


𝗥𝗼𝘀𝗮𝗹𝗶𝗻𝗱 𝗙𝗿𝗮𝗻𝗸𝗹𝗶𝗻 – biofísica britânica, Rosalind ficou conhecida por conduzir o estudo que permitiu a observação do formato em dupla hélice do DNA, em 1951. É autora da “fotografia 51”, imagem que permitiu enxergar com maior definição a estrutura do DNA naquela época. Foi conhecida, também, por ser uma das pesquisadoras mais injustiçadas da ciência moderna, pois seu trabalho com o DNA não foi reconhecido e outros cientistas, incluindo o chefe do laboratório onde trabalhava, levaram todo o crédito pela descoberta.


A Exxtend, que é feita por pesquisadores e para pesquisadores, acredita que a contribuição científica feminina é de extrema importância para a humanidade dar enormes saltos rumo ao futuro! Continuem sempre em frente, meninas!


Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário e nos siga para ficar sempre atualizado!

Facebook: https://bit.ly/exxtendbr Instagram: https://bit.ly/exxtend_ LinkedIn: https://bit.ly/exxtend

0 visualização0 comentário
topo da página dr. oligo.png