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Dia Mundial do Vitiligo


O vitiligo é classificado como uma doença autoimune, caracterizada pela despigmentação de regiões como a pele e interior do nariz e boca.

O Dia Mundial do Vitiligo foi criado em 2011, pelas Nações Unidas, visando aumentar a conscientização sobre a condição crônica, combater o preconceito e arrecadar fundos para pesquisa, apoio e educação.

Pesquisadores da Faculdade de Farmácia (FF) da UFG estão desenvolvendo uma pesquisa científica com plantas originárias do cerrado para produção de medicamentos para tratamento do vitiligo.

Coordenada pelo professor da Faculdade de Farmácia, Edemilson Cardoso da Conceição, a pesquisa é realizada em parceria com o professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP, Osvaldo Freitas, a mestranda Maria Cristina, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, e alunos de iniciação científica dos cursos de Farmácia e Engenharia Florestal, todos da UFG.

O estudo se baseia na produção de extratos padronizados das furanocumarinas (psoraleno e bergapteno), substâncias encontradas na planta mama-cadela, de nome científico Brosimum gaudichaudiI Trecul (Moraceae).

“A mama-cadela produz uma série de substâncias, entre elas, as chamadas furanocumarinas, que atuam nos melanócitos, células responsáveis pela produção do pigmento melanina, que estimulam a repigmentação da pele”, explicou o professor Edemilson. Segundo ele, o objetivo da pesquisa é viabilizar formulações para produção de medicamentos fitoterápicos de forma sistemática e com fundamentação científica.

Além da pesquisa nacional realizada pelos pesquisadores da UFG, um grupo de pesquisadores da Universidade de Massachusetts identificou uma alteração em células protetoras que pode ser explorada para o desenvolvimento de novos tratamentos.

Atualmente, quando as terapias que combatem a doença são interrompidas, até 40% das manchas provocadas pelo vitiligo reaparecem.

Em estudos anteriores, foi identificado um grupo de estruturas de defesa, as células-T de memória residentes (TRMs, pela sigla em inglês), que permanecem na pele após a eliminação de uma infecção viral. Isso levantou a suspeita de que essas moléculas seriam responsáveis pelo retorno do vitiligo.

Em um experimento, pacientes com a doença autoimune que receberam um anticorpo que tinha como alvo o receptor de interleucina-15 (IL-15), apresentaram a volta da pigmentação da pele após duas semanas. “Descobrimos que a proteína IL-15 era um sinal de sobrevivência para essas células e que o bloqueio desse sinal fez com que essas elas desaparecessem”, conclui John E. Harris, um dos autores do estudo e diretor da Clínica de Pesquisa em Vitiligo, da Universidade de Massachusetts.

Leia na íntegra: Pesquisa da Universidade de Massachusetts: http://jornal.ufg.br/n/71998-pesquisa-investiga-propriedade…

Pesquisa da Universidade Federal de Goiás: https://www.correiobraziliense.com.br/…/pesquisa-aponta-tra…

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